Eu não sei realmente o que sinto, mas se ele pedisse para voltar, eu não pensaria duas vezes. Voltaria facinho, facinho.
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Pica de ex para manutenção própria pode ser perigoso
Eu não sei realmente o que sinto, mas se ele pedisse para voltar, eu não pensaria duas vezes. Voltaria facinho, facinho.
terça-feira, 6 de setembro de 2011
O que eu sinto
Sinto sua falta.
Postado por Bárbara
quarta-feira, 20 de julho de 2011
10 grandes vantagens de se morar só
Você pode testar a sonoridade do seu arroto sem se passar por mal educado
Você não precisa prender seu pum, porque ninguém vai sentir o cheiro
O controle da TV é só e somente seu
Você pode se esparramar na sua cama king
Você pode fazer cocô com a porta do banheiro aberta e nem precisa borrifar o bom ar para disfarçar o cheiro (eu odeio bom ar, principalmente quando misturado com cheiro de bosta)
Você pode deixar a louça suja dormir na pia por quanto tempo quiser sem ninguém pra te encher o saco e ninguém precisa saber disso
Você não precisa arrumar seu quarto todos os dias, ou dia nenhum (pra quê arrumar a cama, se você nunca está em casa e de noite vai ter que bagunçar tudo de novo? Minha mãe não entende isso)
Você pode ouvir Xuxa no último volume e ainda dançar a coreografia do Ilariê e não vai estar pagando mico por isso
Você pode falar sozinho na frente do espelho, gritar se quiser, sem se passar por louco
A melhor de todas: você não precisa pagar motel (sem contar que eu acho motel o ó. Minha cama é bem mais confortável)
Para encerrar, um bônus: você pode fumar maconha à la vonté sem precisar queimar incenso para disfarçar o cheiro.
Postado por Amanda Alarcão
sexta-feira, 15 de julho de 2011
O filé de "medusa" e a voz do aeroporto
Quatro meses se passaram e não é que a danadinha tá ficando boa nisso? E se ela pode, eu também consigo!
A voz da propaganda tem a cara do Luiz Gustavo em Salvador da Pátria, quando ele fazia o Juca Pirama. Usa calça social, mocassim e camisa de botão branca, meio aberta, revelando um pouco do peito cabeludo.
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Yakisoba da Alarcão
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Cozinhar é para poucos
Postado por Renata
domingo, 26 de junho de 2011
O santo
domingo, 22 de maio de 2011
Salva pelo cinema (e pela companhia)
sábado, 21 de maio de 2011
Inovações gastronômicas
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Raspas e restos me interessam
Comida pronta, cozinha arrumada, nada de sono. MSN, então. Ele estava online há um tempão e não falava comigo. Ele anda estranho ultimamente.
- Amanhã eu vou levar meu almoço, eu mesma fiz! (falei pra ele)
- É mesmo? Tem pra nós dois?
- ...
- Tem? Diz que tem, por favor!
- ...
- ahhhhhh, responde! Leva pra mim também... :)
- o problema é que você come muito, né?
- hahahahahahahahahaha
- mas eu acho que o que tem dá pra você também. Só não vale achar ruim, porque vc sabe que eu não sou lá essa coca-cola toda na cozinha.
- Não sei. Nunca comi nada preparado por vc. Vou ficar sabendo amanhã.
- Tá bom, eu levo!
- aeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee! :) :) :)
Estou muito mudada mesmo.
Postado por Renata
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Nós que já não temos 20 anos

Não foi assim que a conversa começou, mas foi essa frase que deu origem a uma série de divagações durante um papo via MSN. Uma das coisas chatas de morar só é que, quando você se deu conta, já tem nas redes sociais e bate-papos virtuais seus maiores companheiros. Dias atrás cancelei minha conta do Orkut pela segunda vez. Estava ficando viciada de novo.
Um grande vazio tomou conta, mas logo redescobri os livros, descobri a bebida, o cigarro, Chico e a rede na varanda.
Morar só te obriga a lidar consigo mesmo. Você descobre que tem mais manias que aquele seu tio-avô rabugento. Sem contar as que você desenvolve. No meu caso são cinco anos de manias descobertas e desenvolvidas e eu só(?) tenho 30 anos.
Ai, que saudade dos 20, quando eu só me preocupava com a faculdade e as raves de quinta à noite. A gente emendava as festas com a faculdade. Eu e um amigo. A gente fazia Comunicação e estágio no Senado.
Sempre tinha uma rave nas quintas-feiras, nos lugares mais escondidos e bizarros de Brasília. Éramos sempre os primeiros a chegar e só não éramos os últimos a sair porque não queríamos reprovar por falta em Teoria da Opinião Pública. Da festa, direto para a faculdade. Às vezes uma passadinha na rodoviária para comer um pastel com caldo de cana na Viçosa. A professora já sabia. O cheiro de álcool, as olheiras e o lápis borrado no meu olho nos denunciavam. Tínhamos 20 anos. Não havia grandes responsabilidades e nem contas a pagar.
Dez anos se passaram. Somos adultos, temos 30 anos e pagamos as nossas contas. Ele em Curitiba, eu na Bahia. Tudo diferente. Daqui a 10 anos seremos coroas quarentões.
Postado por uma mulher de trinta
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Batom

Depois disso nunca mais usei batom. Depois dos 15, no máximo um brilho cor de boca.
Postado por Bárbara
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Eu, o telefone, a internet e o vibrador
Depois dessa você se lembra daquele carinha que vem pegando há duas semanas. Apesar de o ex ainda te atormentar os pensamentos, você não está morta. Você liga pra ele. O celular dele também é Tim e vocês vão poder conversar de graça por tempo ilimitado. Vocês passam 25 minutos falando amenidades: como foi o dia, o que estão fazendo, a música que você está ouvindo, o livro que ele começou a ler e de repente você ouve um "estou com saudade." E aí? Você vai responder com o clássico "eu também"? Você fica muda, e, embora também esteja com saudade, prefere não falar nada. Sim, saudade. Por que não? A companhia dele é tão agradável e no sábado passado vocês viraram a noite conversando, lembra? Como não sentir saudade disso? Será que nos veremos de novo? Você pensa mas não pergunta.
- Vamos nos ver no fim de semana? Uau! Ele leu seus pensamentos!
- Podemos sim. Até lá vamos nos falando.
Desligam o telefone, você olha a mesa e tem um monte de apostila atrasada te esperando. Lembra que prometeu a si mesma tirar o dia de hoje para estudar. Mas tem cerveja na geladeira. Só uma, para relaxar, e depois você promete que vai estudar. Aí você toma uma, duas, três, quatro, cinco, seis latinhas pequenininhas de skol. Bate aquele soninho. Você vai para o quarto, liga a TV e está passando Encantada na Disney.
Já passam das 18h e você não fez nada do que tinha de fazer. A solidão insiste. O telefone não toca. No MSN, um velho amigo. Vocês conversam sobre sexo. Um cigarro pra relaxar. Passam das 20h. O assunto vai ficando ainda mais quente. Lá embaixo está tudo latejando. Ninguém para socorrer. Aí você corre para o quarto e goza com o vibrador.
Postado por Renata
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Acontece

quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Madrugada adentro
Nunca tinha ficado com um médico, a não ser uns estudantes de medicina, quando eu ainda morava no Rio. Os meus favoritos eram os calouros. Um em especial. Felipe. Taurino, insaciável, 20 anos (6 a menos que eu). Novinho, mas esperto. Bem danadinho. Dava de mil a zero em muitos por aí. Morava num pensionato em frente ao meu prédio. Nunca entrou na minha casa. Eu gostava de transar no quarto dele, enquanto os outros estavam na sala vendo TV ou jogando vídeo game. Odeio vídeo game. Nunca gostei. Nem disso nem de qualquer tipo de jogo, a não ser joguinhos eróticos. Cheguei a terminar um namoro por causa de jogo.O médico eu conheci no último fim de semana. Fiquei com ele no domingo. Ontem nos encontramos. Como ele é? Lindo, de barbinha, alto, magro, inteligente e super carinhoso. Fiquei um tanto encantada.
Viramos a noite tomando cerveja, falando de filosofia, música, literatura, artes e psicologia, enquanto ele fazia carinho no meu jardim (minhas costas bordadas de lótus). O dia amanheceu e, para despertar o sono e espantar o efeito do álcool, demos umazinha bem preguiçosa. Ele me deixou de perna bamba.
Postado por Bárbara